A difícil arte de educar

Bianca tem passado pelos famosos “terrible two”. Não sei se é fase, mas minha garotinha até então tão comportada já se mostra com gênio forte e muita teimosia. Evito, inclusive, a sair para diversos lugares para evitar dor de cabeça e estresse.

Mas como todo mundo tem limite eu cheguei ao meu. Resolvi que não aguentava mais continuar daquele jeito. Ficar, literalmente, presa em casa e sair com medo do vexame em público. Li e ouvi diversas maneiras de “educar” e “disciplinar” uma criança então resolvi colocar algumas em prática.

supernanny-castigoA que funcionou aqui é justamente a que pensei que não fosse dar certo. O “cantinho do pensamento”, confesso que aqui chamo de castigo mesmo e ela entende muito bem. E milagrosamente fica lá quietinha (muitas vezes chorando arrependida) até pedir desculpas e não cometer o mesmo erro novamente.

Como ela ainda não fala eu me abaixo até a altura dela e falo olhando nos seus olhos que ela tem que obedecer a mamãe. Ela concorda com a cabeça, me abraça e me dá um beijo e espera eu dizer que ela pode sair (!).

Em casa tem funcionado perfeitamente. Mas na rua para ela dar a mão e não sair correndo, me abaixo e falo que não tenho pressa e que vou ficar ali segurando a mão dela até ela andar direito e ficar quieta. Tem funcionado. Ao menos, na maioria das vezes. Assim como ela não mexer nas coisas… Tudo eu converso com ela e falo que não é permitido.

Se é cansativo? É e muito! Mas quem disse que seria fácil?

 

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