Cuidados na alimentação infantil

Quando grávidas nos preocupamos com o que o bebê vai usar, em esterilizar todos os produtos, lavar as roupinhas. E conforme vamos nos tornando mães nos enchemos de cuidados com nossos bebês. E porque esses cuidados devem cessar quando começamos a introduzir alimentos “sólidos” na alimentação dos nossos filhos?

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Eu acho que não deve. Por experiência própria eu mesma pesquisei na internet sobre o Mucilon e dei, por conta própria, para engrossar o leite da minha filha. Ela rejeitou o de milho e se adaptou bem ao de arroz. Quando fui contar ao pediatra ele disse que a Górdura Farinácea era responsável pela obesidade  e que nessa fase o bebê não perde. Parou por aí. Resolvi pesquisar mais sobre o assunto. E descobri coisas extraordinárias e passei a cuidar, com todo cuidado, da alimentação da minha pequena.

A preocupação não é à toa. Vivemos para educar nossos filhos. E educação alimentar, também é educação. Educar o paladar dos nossos filhos é um papel nosso. Eles vão comer o que aprender.

Alguns “especialistas” indicam a Alimentação complementar aos três o quatro meses outro erro fatal e que pode acarretar em obesidade futura. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda aleitamento exclusivo até o 6º mês, seja ele com leite materno ou fórmula infantil. (O leite de vaca integral, por várias razões, entre as quais o fato de ser pobre em ferro e zinco, não deverá ser introduzido antes dos 12 meses de vida. É um dos grandes responsáveis pela alta incidência de anemia ferro priva em menores de 2 anos no Brasil. Para cada mês de uso do leite de vaca a partir do quarto mês de vida, ocorre queda de 0,2 g/dL nos níveis de hemoglobina da criança).

Agora vamos somar, mais um petit suisse aos 6 meses, vamos ter o açúcar da farinha do leite mais o açúcar do petit suisse, sem exageros se forem “só” esses dois produtos a quantidade de açúcar ingerida ultrapassa o recomendado para crianças maiores de 4 anos,  tem ainda o açúcar natural das frutas (frutose) o do leite (lactose) e dos alimentos. Ou seja esses açúcares necessários mais os desnecessários viram excesso.

Gente, sejamos francos, qual a necessidade de oferecer porcarias para um bebê? Não conhece o gosto, não sabe do que se trata ou seja não sente falta.

Esse mesmo Muçilon fui ver que mais da metade de sua composição é de açúcar. Você pode ler no rótulo do ingrediente a composição dele. Tem têm na embalagem a indicação de que podem ser consumidos a partir dos 6 meses de idade mas na realidade só a partir de 4 anos.

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“ Ah, mais ele tem vitaminas e sais minerais” – Mas são vitaminas adicionadas artificialmente, nada que um bom prato de comida ou fruta não tenha de sobra. Descomplique a introdução alimentar, quanto mais simples elas for, mais chances de dar certo. Esqueça coisas empacotadas, enlatadas, encaixadas ou em vidros. Sirva para seu filho o que nossa natureza disponibiliza para nós.

Uma análise pela Pro Teste, mostra que eles contêm excesso de açúcar e menos nutrientes do que informam nos rótulos.

O seguinte: a resposta inicial, todo mundo já sabe. Açúcar branco é caloria vazia, logo, não faz bem pra ninguém, dieteticamente falando. Essa caloria vazia pode ser traduzida em excesso de peso lá na frente – uma das doenças de mais difícil tratamento: a obesidade. Além de mascarar o sabor original do alimento e de dar cárie.

A necessidade de comer açúcar (alimentos doces) é do adulto. O bebê está provando tudo. Ele não sabe, por exemplo, que o suco de maracujá tem que ser adoçado. Sério. Ele vai aprender o que você mostrar a ele. Ele não sabe que a banana pode ficar melhor com açúcar. Ou não. A necessidade é nossa, não do bebê. Só que, por natureza, o bebê já vem gostando de doce de fábrica.. A lactose do leite materno é levemente adocicada.

Por isso, não é um dos paladares que nós, mães, devemos ensinar ao nosso filho. Esse ele já gosta. Lição aprendida. Agora, devemos introduzir o azedo, amargo, salgado, ácido, etc

Quando mais oferecermos os alimentos adoçados artificialmente,  mais o bebê vai querer só alimentos adoçados. Fica mais difícil introduzir os outros sabores. E quem tem filho maior sabe… quando chegar em 1 ano, 1 ano ou 2…. O apetite voraz dos nossos pequenos naturalmente diminuí. Por isso, as mães confirmam que tem dificuldades alimentares em casa. Ou o filho não come ou o filho é seletivo.

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Tudo tem seu tempo. Logo mais ela vai comer o doce tão esperado. Mas quando o comer, já irá gostar de muitos outros alimentos. Darei tudo o que ela quiser e me pedir (não vou colocar nada na boca dela). Vou cuidar do seu paladar quando está se desenvolvendo, óbvio que vou oferecer o mínimo possível de industrializado e doces e gorduras, mas sem estresse e neuroses.

 

 

 

IDADES

Veja abaixo a relação de produtos adequados a cada faixa etária segundo o teste relizado pela Pro Teste:

A PARTIR DE 1 ANO
Quaker Aveia Flocos Finos, Yoki Creme de Arroz, Neston Aveia Flocos Finos, Quaker Farinha de Aveia, Maizena Amido de Milho.

A PARTIR DOS 3 ANOS
Maizena Arrozina Amido de Milho com Farinha de Arroz. Este é o único dos produto pesquisados que apresenta a idade correta para consumo na embalagem.

A PARTIR DOS 4 ANOS
Vitalon Turma da Mônica Mingau de 6 Cereais, Vitalon Turma da Mônica Arroz, Mucilon Arroz, Mucilon Arroz e Aveia, Mucilon Multicereais.

A PARTIR DOS 7 ANOS
Maizena Cremogema (à base de milho).

 

A cada 5 crianças obesas 4 permanecerão obesas quando adultos.

 

 

Fonte: O dia Online, Proteste.

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