Especialista comenta os benefícios de inserir livros, ilustrações e canções educativas logo nos primeiros anos de vida

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A primeira infância é crucial para o desenvolvimento de uma pessoa, por isso é importante ter em mente o que esse momento significa. É nesse período que a criança começa a registrar e a desenvolver diversas perspectivas da vida, como comportamento social, estrutura emocional, desenvolvimento cognitivo e até mesmo aspectos físicos.

Isso acontece porque o cérebro de uma criança na primeira infância está passando por mudanças constantes. Tudo o que ela vivência pode ter um impacto que será consolidado em sua vida adulta. Esse é o momento no qual o cérebro se expande e trabalha para enraizar conhecimentos, os quais terão um papel decisivo no adulto que a criança virá a ser.

“Tendo isso em mente, fica claro, por exemplo, a importância de inserir a criança em um ambiente favorável de aprendizagem. Os benefícios dos livros, ilustrações, palavras, canções educativas logo nos primeiros anos de vida são relevantes e os ensinamentos absorvidos nessa fase da vida serão levados para vida adulta”, diz a pedagoga Ingrid Goes Lobato Franco, pós-graduada em gestão de pessoas e que há mais de 10 anos atua na elaboração do material didático de Língua Pátria do Kumon.

Todos nós construímos nossos pensamentos com base na linguagem. Isso significa que quanto mais desenvolvida a linguagem de uma pessoa é, mais complexo e amplo será seu raciocínio, o que impactará muitos aspectos de sua vida.

O raciocínio se desenvolve continuamente por meio da leitura. Por meio dela, as crianças ganham a oportunidade de aprender a linguagem, aumentar o vocabulário e expandir seus conhecimentos e imaginação. A criança que cresce com o hábito de ler raciocina com facilidade sobre temas diversos, toma decisões, emite opiniões e soluciona conflitos.

Quando o estímulo de ler histórias é um hábito na vida da criança, ela naturalmente adquire gosto pelos livros, anseia por lê-los e consegue imaginar a história em sua mente. “É muito importante, portanto, oferecer algo que seja do seu interesse e curiosidade desde sempre, pois a criança que está na primeira infância se dedica aos seus interesses de forma surpreendente e é preciso aproveitar isso”, comenta Ingrid.

A criança descobre inicialmente o livro como um objeto, e a partir daí as palavras e as imagens começam a ser descobertas. É nesse momento que começa a construção do leitor que ainda não aprendeu a ler. Por isso, é o momento ideal para apresentar livros cheios de ilustrações divertidas e propostas diferentes, para nutrir o imaginário e a curiosidade da criança e incentivá-la a manusear e folhear o livro. Durante essa etapa, é muito importante para a criança ouvir leituras de histórias com frequência, pois será o momento de encantamento com o livro.

Para mais informações clique aqui. 

Sobre o Kumon

Criado no Japão em 1958, pelo professor Toru Kumon, o método utiliza os chamados exercícios-guia para que o aluno realize as atividades com o mínimo de intervenção do orientador. Somente após absorver totalmente a informação, avançam para os níveis subsequentes. “O aprendizado segue na simplicidade do papel e lápis. O que se escreve de próprio punho não se esquece, e é isso que faz com que o Kumon esteja em tantos países”, diz Masami Furuta, presidente da empresa no Brasil. O método está presente em 51 países e reúne 4,35 milhões de estudantes. No Brasil são mais de 1.450 unidades em 550 cidades, somando mais de 180 mil alunos, do total de 200 mil estudantes na América do Sul. Mais informações no site www.kumon.com.br ou pelo telefone 0800 728 1121.

 

 

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