O tal Instinto Materno

A maternidade vem cercada de mil dúvidas, principalmente para uma mãe de primeira viagem. Eu, por exemplo, era só dúvidas. Não importava quantos livros eu lia, também lia que cada bebê era diferente, ou seja, não existiam regras.

Eu não sabia se estava segurando direito minha bebê. Nunca tinha trocado uma fralda (claro que depois de um tempo a gente fica expert), não sabia nada.

Muitas das coisas que lia eu colocava em prática, outras ligava para amigas e pessoas que eram já mães e tentava tirar dúvidas, ligava para minha mãe, para vários pediatras (cada um me dava uma solução diferente, por isso tem uma hora que você tem que seguir seu instinto e escolher um). Eu ainda sou coberta de dúvidas e receios. Não sei se educo da maneira correta, se digo não demais, se a estímulo de maneira certa e apropriada, aliás não sei e provavelmente nunca vou saber.

mãe-e-filhoAí entra o que achei que era mito mas existe se você parar e escutar: o instinto materno. Quem conhece seu filho(a) mais do que você? Ninguém! Então não adianta perguntar certas coisas para terceiros. O que funcionou para eles talvez não vá funcionar para você.

 

 

E aquela teoria linda de como fazer dormir à noite toda, de fazer comer tudo, de se obediente pode ser linda mas, sinto dizer, não é regra. As regras é você quem vai ditar. Aliás vocês vão aprendendo juntos. É como funciona aqui hoje em dia. Eu aprendo mais com ela do que ela comigo. Porque nela ainda há toda aquela inocência presente. Aquela beleza de uma criança que se a gente parar um pouco a gente pode até descobrir que há um pouco em nós ainda. Aliás, em mim ando descobrindo que há até demais.

E estamos nos habituando a rotina, ao certo e errado, a educação e limites. Estamos aprendendo juntas. Estou aprendendo o que funciona e o que não funciona aqui. Bianca é super sensível, se eu falo de um jeito mais alto ela fica logo magoada (quem será que ela puxou nisso hein?).

Ela já tem dois anos e continuo com dúvidas e sei que as terei pra sempre por diversas razões e motivos. Mas faço o melhor que posso. Tento dar sempre o meu melhor, porque é o que ela merece, e o que como mãe, eu sinto obrigação de dar.

 

 

Fotos: Google

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